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julho 23, 2008
Ecodever
Quando eu morava lá em Florianópolis, cumpria meu dever com o planeta usando sacolas retornáveis e separando o lixo. Como já são dois meses que eu estou em São Paulo, sem casa e, por conta disso, sem hábitos domésticos, resolvi atuar de outro jeito.
Faz um mês que só abasteço o Branc’ com álcool.
Tags:atitude sustentável, álcool, combustível, reflexões, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 10:18:15 am
#permalink |


Luiz Domingos de Luna 14:02 on 23/07/2008 | #
A Fábrica de Universos
Os bósons são inteligentes
Escondidos em outra dimensão.
Por que tanta precaução
É um ato consciente?
A ciência está na cola
Graças à matéria escura
Que dificulta a procura
Confunde o eixo da mola
Choque de matéria e luz
Curvado no infinito
São partículas de granito
Ou mistério da órbita conduz?
Esta imantação é problema
Dependência de uma ditadura
Da energia e da matéria escura
Um cárcere privado com algema
Iluminados - O que fará
Com o bóson aprisionado
Um mistério bem guardado
Ou ao humano entregará?
A Quem interessa?
Uma fábrica de universo
Os paralelos diversos
Para que tanta pressa
Um universo precisa
De um planejamento
Senão o novo engole a gente
Seja humano ou não
Tudo vai para o ralo do nada
Cadê a inteligência em projeção
A Consciência e a razão
Virou tudo fragmento
Não basta o pensamento
No túnel do tempo
Numa vida a bailar
Fonte:http://mesquita.blog.br/luiz-domingos-de-luna
Luiz Domingos de Luna 14:04 on 23/07/2008 | #
Passeio Cósmico
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
Entre galáxias quentes
Quasares gigantes
Tudo tão distante
É tão diferente
Não tem gravidade
É uma queda de gênio
Não tem oxigênio
Estranha suavidade
O terror da matéria
Viva atrevida
Não tem vida
Do humano a miséria
Não tem cultura
Luz escuridão
Alma em aflição
É somente tortura
O medo grita
O silêncio calado
No mundo gelado
Sem terra e guarita
Há anos, ativo.
Vejo um ponto
Pare uma foto.
E ali que vivo
Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198
sam 14:08 on 23/07/2008 | #
“Esta imantação é problema”
Billy 14:11 on 23/07/2008 | #
Batatinha quando nasce,
esparrama pelo chão.
A pessoa consciente
recolhe tudo pro lixão…
Luiz Domingos de Luna 14:17 on 23/07/2008 | #
Alma de Cupim
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com.
Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência
Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem
Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana
A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos
Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim
Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim
Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim.
Meus trabalhos estão a disposição na web.
Acesse-os:/ Luiz Domingos de Luna/. Todos por todos para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade
Luiz Domingos de Luna 14:20 on 23/07/2008 | #
A Emancipação da Tigresinha
Luiz Domingos de Luna
Na caverna do grito
A pura opressão
À serviço do cão
Vida em conflito
Corrente de aço
Freio da civilização
Da beleza – a punição
Da suavidade - o pedaço
Poder de coação
Infligindo ao belo
Um mundo em farelo
Não tem emoção
Força da maldade
Criaste a ferida
A gaiola trazida
Leveza sem liberdade
Passiva e paciente
Um mundo a voar
Na tela a quebrar
A emoção consciente
Planeta continuado
Ao futuro povoar
Nos grilhões a chorar
O caminho trincado
Semente da preservação
Maltratada e dolorida
Julgada e oprimida
Não tem solução
A Lutar no tempo
Vencer o preconceito
Um simples direito
No véu do tormento
Casa e guerra
Que nunca termina
Luta genuína
O silêncio encerra
Abri sutileza – a mordaça
Deixa passar
Precisa caminhar
Liberdade da fumaça
A dona do tempo
Forma nova geração
Para que opressão
Tigresinha – O momento.
Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=3
Luiz Domingos de Luna 14:22 on 23/07/2008 | #
A dor da memória
Luiz Domingos de Luna
Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Estamos nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz, sem agora.
Mataste a aurora
Do meu coração.
Fonte:http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/764002.html
Luiz Domingos de Luna 14:26 on 23/07/2008 | #
Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna
Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?
Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=5
Upiara Boschi 14:29 on 23/07/2008 | #
De que jaula veio esse?
Luiz Domingos de Luna 14:29 on 23/07/2008 | #
Aos Seres Humanos
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento
Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente
Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado
Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência
A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha
Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.
É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?
Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.
Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=3
Rafael Amaral 15:19 on 23/07/2008 | #
Rola haikai também?
Fábio Ricardo 15:32 on 23/07/2008 | #
e harakiri, não rola?
Cecília 17:09 on 23/07/2008 | #
Então eu vou comentar o post e abro o link dos comentários e… MEDO.
Cecília 17:16 on 23/07/2008 | #
Retomando a coragem de comentar: eu sou super adepta das sacolas retornáveis. Tenho várias, acho lindas e uso bem feliz.
E eu era também do time que separava o lixo. Fiquei um tempão fazendo isso, estimulada por uma campanha que estava rolando no meu prédio, e pelo caminhãozinho do lixo reciclável que resolveu passar na minha rua. Daí esses dias fiquei sabendo que só não avisaram ao porteiro, que colocava tudo no mesmo lugar pro mesmo caminhão levar embora.
¬¬
Luiz Domingos de Luna 18:48 on 23/07/2008 | #
Espaço sem luz!
Luiz Domingos de Luna
Uma idéia nasceu
Percorreu o espaço
Sinto o que faço
Já não sou eu
A obra que rola
Na esfera social
No arremate final
Parece uma bola
Cada chute uma pancada
-O Público já analisou
Pois, ele é sempre o senhor.
Da obra que foi criada.
Estrada corrente de dor
Cada letra uma pisada
Toda linha esmagada
Na lógica do leitor
O Conjunto é uma esfera
De vértice quebrado
Ou tem giro acelerado
Ou o motor emperra
Passar no crivo social
Num filtro bem condensado
Na página, tela, lixo ou lado.
O Poema tem seu final.
Anacris 2:54 on 24/07/2008 | #
Ô Cecília, não desanima não: mesmo quando está tudo no mesmo lugar, um catador passa antes do caminhão e pega o que é reciclável. E aí você está contribuindo com o planeta e com uma família de catadores.
Quanto aos poemas, preferia quando o VerdeVelma era somente um SAC.
enio 11:23 on 24/07/2008 | #
Hey Gisele: oi.
laisk 16:00 on 24/07/2008 | #
http://www.rotadareciclagem.com.br/index.html
Luiz Domingos de Luna 12:46 on 31/07/2008 | #
Alma Ferida
Luiz Domingos de Luna
Na Caminhada dos passos
Resistência de um intelecto
A Dor de um martírio incerto
O barulho do tempo espaço
No asfalto rastejando ofegante
Fome, dor, tristeza e cansaço.
Tem que nervo de aço
Para subir a rampa derrapante
De repente um chute nas entranhas
O Corpo o saco de pancadas
A vida a um tempo aniquilada
Pelo ódio brutal do tirano
A Matéria toda esfarelada
As carnes doloridas na estrada
Cada murro uma queda abalada
A dor da morte avizinhada
A Carne morredoura fraquejante
O Espírito um eterno vigilante
Observa o corpo frágil ondulante
O Olho não reconhece mais o atacante
A Inércia empurra o corpo cambaleante
A derrota da matéria castigada
O Troféu do agressor é levantado
Derrotaste a carne morredoura
Mas a alma a sonhar encantadora
Nos umbrais do tempo a gritar
-Tenho que juntar este bagaço
Humano e uma nova vida começar?
Luiz Domingos de Luna 23:19 on 02/08/2008 | #
A Miragem
Luiz Domingos de Luna
É muito fácil observar
A presilha dos seres humanos
Sentidos, prazeres, desenganos.
Uma paisagem a embelezar
Tudo parece um sonho
Emoções sentimentos
Um corpo lançado ao vento
Na busca de um mundo risonho
Cada um num carrossel a girar
O filme da vida pontuando
O Futuro ao presente ocupando
O Passado a história registrar
A maquina humana em movimento
Os líquidos internos em plena ação
Uma desordem que vai parar-Pena
Deixar a cadeira, para outro ocupar.
É um show com tempo determinado
É Viver plenamente a emoção?
É A razão e emoção conjuntamente
Ou o grande parque da Ilusão ?
Luiz Domingos de Luna 18:22 on 11/08/2008 | #
A Busca
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
A Alma humana a buscar
A todo e qualquer momento
É uma força ou um sentimento
Que nunca pode parar
É incrível o aprimoramento
Que precisa aprimorar
O pensamento a vagar
Em um novo firmamento
Seja qual for à maneira
Tem que modificar
Pois está no DNA
É uma seqüência inteira
Tudo a repensar
Nada está concluído
É como um fluido
Em constante derramar
Talvez o eixo da dúvida
Esta procura, enfim.
Nada tem um fim
É o sentido da vida
Parar um instante
Isso nem pensar
A busca sempre a buscar
É uma corrente andante.
Aonde vamos chegar?
Luiz Domingos de Luna 12:24 on 12/08/2008 | #
Aurora, uma janela para o céu
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
Pedi permissão ao tempo
Nas asas do pensamento
Voando vai minha ilusão
Pelos caminhos obscuros
Da minha história esquecida
Momentos de vida vivida
Na mais linda sedução,
Pois ainda em tenra idade
Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
Sonhei, lutei, na selva humana,
ganhei o meu troféu de herói,
construi minha cabana tenho o meu transporte
meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,
Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,
Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
Consegui o que queria numa luta bem renhida,
Luta que se renova no amanhecer a cada dia.
Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
Na janela da memória vivo a minha própria emoção
Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,
Em meu apartamento a lembrança me seduz,
Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,
Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
O apito do trem, as missas bem demoradas,
As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
De manhã a passarada num canto de louvação.
Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
Todos para a ABA numa inocência fecunda
Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,
Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.
Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido
Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm
Luiz Domingos de Luna 20:43 on 23/08/2008 | #
A Construção do Eu
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
A cada dose um contentamento
De uma vida a apreciar
Numa escala a determinar
O tipo de comportamento
Uns a forma o juramento
Outros a matéria a clamar
E os da alma a cantar
A voz do ego o pensamento
São corpos dobrados ao vento
Na dimensão do espaço
O intelecto de aço
A fazer questionamento
Um mundo a semente
Sem depender da paisagem
É sempre uma passagem
Do corpo, alma e mente.
Qual vetor determinante
Dos três fragmentos
Uma vida de argumentos
Na matéria, o mundo dominante.
São vidas alinhamentos
Em linhas determinadas
Cada qual em sua estrada
O Viver a cada momento
Ou tem que somar tudo
Provar a dose em separado
De um mundo agrupado
A cada gosto um fel dobrado
Ou o brilho do mel achado
De um novo ser em movimento.
Luiz Domingos de Luna 19:25 on 24/08/2008 | #
O Vazio
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
O Vazio não pode ter nada
Se tiver algo, ele está ausente.
Na plena ausência está presente
Antes do ponto ou depois da disparada?
O Vazio não pode ser conceituado
A Noção que se tem é dogmatizada
A ausência é a presença do não chegado
O Vazio não tem uma lógica estruturada
O Vazio não pode ser preenchido
Preencheu o vazio, ele sumiu.
Sumiu-se, ele nunca existiu.
O Vazio está escondido?
O Vazio quebra a existência
Quebra a matéria e o tempo
Não pode ter momento
Existe no cosmo? Ou na inteligência?
Como encontrar o vazio?
A existência toma seu espaço
Ou ela está em pedaços
A ausência de tudo. Quem já viu?
O Nada absoluto. Plena Garantia
Sem buraco negro, sem quasares.
Sem o avesso da matéria
Sem o avesso da energia
Sem átomos, sem moléculas.
Sem luz, sem escuridão.
Um vazio perfeito
A ausência da existência
A Luz da criação!
Luiz Domingos de Luna 0:26 on 31/08/2008 | #
O Gênio da Gravidade
Luiz Domingos de Luna
Cada tombo uma queda
O Ser vivo a equilibrar
Não pode escorregar
Uma altura que esfarela
Quem anda de avião
Já fica preocupado
Numa pane é jogado
Corpo sem vida no chão
Gravidade impiedosa
Sempre a puxar das alturas
Até às vezes, dá tonturas.
De queda assombrosa
Lá da montanha, um condor.
Voava tranquilamente
Num instante somente
Pensei que estivesse parado
Parado nas alturas
Está tudo errado
Cadê tua força, puxador?
Eu estava enganado
Não era um condor
Não era um planador
Era um simples beija-flor
Enganando a gravidade.
Luiz Domingos de Luna 15:05 on 06/09/2008 | #
Paraíso
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
Conversei com Eva
Lá no paraíso
Não tinha sorriso
Parecia tristonha
Não tinha vergonha
Buscava liberdade
Não tinha saudade
Então lhe indaguei
Qual a dor do seu grito?
Viver em conflito
Passar ou não?
Para a próxima geração.
Luiz Domingos de Luna 18:27 on 15/09/2008 | #
Travessia
Luiz Domingos de Luna
http://www. meninodeusaurora.com.br
A Parede da mente
Está quebrada
No conflito da estrada
É reviravolta somente
Á águia está lá
A asa ferida
Sem guarida
Sempre a voar
A água agitada
Tem que passar
Furacão no ar
Força anulada
Na superfície a pisar
O mergulho da morte
É o único suporte
Que espera chegar
Tremulante momento
Uma chuva de vento
A águia a carregar
Rasteja na onda
Como uma lona
O espaço ganhar
A asa dobrada
Tão fatigada
A praia chegar
Luiz Domingos de Luna 18:29 on 15/09/2008 | #
Transformação
Luiz Domingo de Luna
http://www.meninodeusaurora.com.br
Reguei uma planta
No meu jardim
Era um Jasmim
Beleza que encanta
Entre espim
Uma lagarta
Como uma carta
Vinha a mim
Toda enrolada
Comia clorofila
Plumagem colorida
De fogo chamada
Numa manhã florida
A lagarta sumiu
A borboleta me viu
Nos caminhos da Vida
Contemplando o chão
A asa em giro agitava
A Paisagem deixava
Na linha da imensidão
Luiz Domingos de Luna 19:25 on 17/10/2008 | #
A juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, leal, digna e principalmente intelectualizada.
Ref. Repostagem, resenha, artigos, opinião,Comentários, trabalhos acadêmicos, monografias, tese acadêmicas.
Professsor Luiz Domingos de Luna E.E.F.M.Monsenhor Vicente Bezerra, rua Cel. José Leite s/n Aurora - Ceará. CEP:63.360.000 Tel: (88) 35433903.
Fonte:http://www.alexmaron.com.br/2003/08/07/roberto-marinho-morreu/
Autorização do Repasse autorizada.
O Autor.
Luiz Domingos de Luna 19:27 on 17/10/2008 | #
Tentação
Luiz Domingos de Luna
Buscar na web
Toc, Toc, a porta fechava.
Numa linda manhã
Na inocência louçã
Uma Gata me olhava
Uma gata manhosa
De pele macia
Cheia de alegria
Toda fogosa
Dormia e roncava
Ficava admirado
No braço cruzado
Na estrada levava
De uma grande leveza
Inofensiva parecia
Ao passo que transcorria
Um olhar de beleza
Um Automóvel buzinava
Na curva da estrada
A Gata assustada
O Meu lábio rasgava
A tentação do momento
De me sangrar
A boca a rasgar
Desejo cruento.
No lábio a fenda rochosa
A Linha bem cruzada
Cicatriz estampada
De uma gata perigosa.
Luiz Domingos de Luna 17:22 on 20/10/2008 | #
Passos
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço
É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço
Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito
Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro
Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão
Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente
Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade
Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou
Luiz Domingos de Luna 14:43 on 27/10/2008 | #
Onda que chora
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
História dos papéis
O mouse a demarcar
Palavras que somem
Mas que vão voltar
A tela da história
Um trabalho a postar
Um instante eterno
Que não vai durar
Tudo a voar
Sempre escrevendo
De um tempo correndo
Não pode parar
Vida sumida
Na abstração
Vida já vivida
Em outra ilusão
No útero da terra
Vai transformar
Onda que passa
A outro repassa
Sempre a chorar