agosto 30, 2008

Catavento, o cachorro do Wando


No domingo passado, acordei com o instinto maternal aflorado. Não tive dúvidas: adotei um cão. Foi muito, muito simples. Entrei no google com a sentença “adoção animais de estimação são paulo” e encontrei milhares de classificados on line. Bati os olhos nas palavras filhote, vira-lata e macho. Pronto.

Fui buscar o pequenino na companhia da dona Julinha. Quando chegamos no lugar, o cachorro se chamava Lipe. Depois do banho aqui em casa, Lipe virou Catavento. Desde então, o pequenino tem se comportado bem, fazendo xixi e cocô no jornal (na maioria das vezes, pelo menos). Mas hoje…

Cheguei em casa, depois do BlogCamp e encontrei Catavento deitado na sua almofada. Estranhei algo diferente embaixo dele, até perceber que se tratava de uma calcinha minha. Ótimo. Adotei o cachorro do Wando.

Catavento, o cachorro da Gica.

O cachorro e a almofada, antes de a calcinha surgir.

Para ver mais fotos do Catavento, espie o meu Flickr.



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Postado por Gica Trierweiler @ 05:18:33 pm | #permalink

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julho 2, 2008

Calcinha infame


Para mim, calcinha precisa ser confortável. Não pode apertar, muito menos entrar onde não deve. Renda, penduricalhos, babados e o escambau passam longe da minha gaveta de roupas íntimas. Prefiro as boas calcinhas de algodão que cumprem o seu papel de maneira ímpar.

Atualmente prefiro as de uma cor só, mas quando eu tinha dezenove anos, calcinhas temáticas reinavam absolutas. Calcinha do Pacman, calcinha de frutas, calcinhas que brilham no escuro e por aí vai. Certa vez comprei uma calcinha na qual havia escrito “Ninfomaníaca” bem na bunda. Sim, cafona, mas na época eu achava o máximo.

O negócio é que apesar de ser muito brega, a calcinha é confortável e resistente (a dita-cuja me acompanha há longos carnavais). Algodãozinho, costuras que não incomodam, perfeita. Mas agora me explica: como eu vou usar uma calcinha assim morando com o Serginho? Na verdade, usar não é o problema. A grande questão reside aqui: onde eu vou secar essa calcinha? Uma ninfomaníaca jamais ficaria oculta entre meias e calças jeans penduradas no varal.

Acho que chegou o momento de dizer adeus. Calcinha infame, obrigada pelos momentos de prazer que você me propiciou sabendo se colocar sempre no seu lugar, sem beliscar aqui, puxar ali ou entrar acolá. Te amo, mas não dá pra gente continuar: loira e ninfomaníaca já é porn star demais.



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Postado por Gica Trierweiler @ 02:13:57 pm | #permalink

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