Prioridades
*Encontrar/chamar um/o encanador.
*Encontrar/contratar uma faxineira semanal.
*Arrumar o quarto-depósito-escritório.
Tags:casa, casa-nova, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 01:58:27 pm | #permalink
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Alexandre Herchcovitch na cama de astronauta
Depois de comprar a cama de astronautamais confortável do universo, resolvi me presentear com lençóis bonitões. Descobri uma tal de Zêlo, o paraíso da cama-mesa-e-banho. Foi lá que encontrei justo o que eu queria: lençóis pretos. Outra surpresa: linha assinada pelo sêo Alexandre Herchcovitch.

Imagem meramente ilustrativa: essa não é a cama de astronauta.
Também comprei um edredon e protetores de travesseiro zebrados.

Mais uma foto roubada do site da Zêlo.
Aproveitei para levar um roupão igualmente preto.

Outro roubo digital.
E toalhas de banho? Também.

Foto roubada.
Depois que cheguei em casa e arrumei tudo feito Amélia-feliz, tomei um banho e vesti o roupão novo. Então percebi que tenho um quarto e um banheiro descolado. Sim, virei o mais puro estereótipo de publicitária bem sucedida.
Tags:alexandre herchcovitch, cama mesa e banho, casa, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 01:17:08 pm | #permalink
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Moradias
Ótima notícia para começar a semana: preciso sair da casa da Julinha até sexta-feira por motivos de força maior. Por causa disso, resolvi ir para um flat temporariamente porque, dentro de mais ou menos um mês, esta que vos escreve irá morar em uma casa musical com o sêo Matheus.
Isso é bem mais que lindo. Além de voltar a morar em uma casa - que por si só já é maravilhoso, ainda vou morar com um doce de menino. Se o Verde Velma já está bombando agora, com encontros semanais, imaginem o que não vai acontecer quando eu dividir o mesmo teto com o meu baterista?
Agora só falta encontrar o flat e encaixotar tuuuudo outra vez. Vi-va!
Tags:casa, são paulo, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 02:33:21 pm | #permalink
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Eqüinos
Lá na nossa sala há um cavalo. Preto, imponente, de porcelana inglesa. O dito fez parte da minha infância porque era da vovó. Depois que ela morreu, eu o trouxe para a toca. Ele continuou com a cara blasè de sempre, aquela que eu amo.
Aí que eu fui visitar um site da Singapura, o iwannagohome. E o que eu encontro lá?

O meu cavalo, feliz e sorridente, com a crina balançando aos ventos singapurescos. Então tudo fez sentido. A cara de bravo na real é de saudades. Algum Xing me enfiou o cavalo em um navio e mandou aqui pra essas terras brasilis. Aí ele ficou triste, o coração endureceu, o sorriso apagou. E eu achando tudo isso muito bonito.
Ibama, prenda-me.

