Danças familiares
Família é legal. Dançar com o avô é mais legal ainda.
Tags:dança, família, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 12:52:14 pm | #permalink
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Laços de família
Cheguei em Blumenau às exatas sete horas da manhã de ontem. Quem conhece Dogville sabe que não há horário que melhor combine com a cidade. Papai me buscou na rodoviária quase-morta com uma cuca de banana com farofa e, felizes, fomos para casa.
Cheiro, aperto, abraço no papai, na mamãe e no hermão-Yëgen. Café da manhã reforçado e os já previstos assuntos: academia, vida em são paulo, business e família. Nem sinal da hermã-Melissa pela casa. Vai pra lá, vai pra cá, conversa mais, experimenta um pedacinho disso, olha só aquilo, a euforia de pertencer de novo, mesmo que por dois dias, ao meu familiar contexto blumenauer.
No almoço, participação especial do pedaço da família que mora na Itália. Tio, tia, primo, priminho e primona. Lasagna hiperbólica, vinho, lareira acesa e confluência de sotaques à mesa. Passeio expresso no único shopping center da cidade para comprar o presente do senhor Trierw.
Café mais que obrigatório na casa-nova da Tata, agora mais aconchegante do que nunca. Gostoso saber que ela está bem e feliz e empolgada e leve. Gostoso o café com bolo de fubá e gostoso demais o nosso papo (como sempre).
Voei para casa e apertei a bunda dura da hermã-Melissa. Tirei mamãe da cama e saímos para beber uns drinks e conversar. Só as meninas. Naturalmente, mamãe e eu tínhamos o objetivo de ampliar os horizontes da hermã-Melissa. Uma coca-cola, uma caipirinha e um chopp Eisenbahn entre lágrimas, bufadas e expectativas discrepantes.
Hermã foi embora com o namorado-teenager-dreamboy. Mamãe e eu trocamos um par de confissões, pagamos a conta e fomos para casa. Nos amontoamos no sofá da sala junto ao Yëgen. Pequenos sob um edredon pesado e velho, ríamos e debatíamos o desempenho asiático nas modalidades de ginástica olímpica.
Daqui a pouco tem almoço com tooooda a família. Estou levando na manga algumas respostas de que vou precisar para dobrar perguntas do tipo “mas e o seu marido”, “nossa! loira?”, “mas e são paulo? conta tudo!”, “é violento mesmo?”, “e a casa-nova?”. Saudades deles. É um tipo de energia que sai do caos ítalo-tupiniquim, das mãos balançando, das gargalhadas conhecidas, das velhas piadas e que entra diretamente em mim. O pulmão respira melhor e o coração fica quentinho. Família, coisa legal, essa.
Tags:família, reflexões, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 11:09:56 am | #permalink
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Papito
Nem faz tanto tempo que não nos vemos, mas ando com uma saudade apertada do meu papito.


