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Vila Madalena, Julinha e eu. Dá pra ficar melhor?

Vila Madalena, Julinha, eu e dois chopes.
Tags:são paulo, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 10:42:36 pm | #permalink
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Aos encontros e desencontros dessa vida
Começa com o excesso no guichê da Gol. Mas, Guilherme, eu estou me mudando, poxa. Não adiantou. Me cobrou R$21,80 por causa de míseros dez quilos sobrando entre Florianópolis e Guarulhos. Pelo menos trouxe dois violões, um notebook e uma bolsa gigante como bagagem de mão. Acho que aí eu saí ganhando.
Algumas ligações, milhões de assinaturas aqui e acolá. Vai ser lindo. Vai, vai. O relógio avisou que estava na hora de procurar o portão de embarque. Papai e mamãe me acompanharam até lá. Desmontei no primeiro abraço, o do papai. Choro, choro, choradeira. Abraço na mãe e tudo duplica. Passei pela revista da Infraero & friends, com seus diversos detectores disso e daquilo, chorando. Procurei o portão de embraque chorando. Fui ao banheiro chorando. Então parei.
Boa parte dos presentes estava feliz da vida porque seu destino não era São Paulo, pura e simplesmente, mas sim a Parada Gay de São Paulo (uma das maiores do mundo - se não for a maior…). Também havia um casal com um bebê e muitos idosos. Inclusive, um dos casais de idosos me fez companhia durante todo o vôo 1923 da Gol. O senhor dormiu com a aeronave ainda no chão. A senhora me contou do filho que é surfista e do outro filho que é médico, que um trabalha de menos e o outro trabalha demais. Ainda disse que me viu embarcando com instrumentos musicais e perguntou se eu tocava. Respondi que sim e ela disse que o filho-médico tinha um conjunto. Eu acho uma graça chamar banda de conjunto.
Matheus e sua namorada me aguardavam entre acenos e sorrisos no aeroporto de Guarulhos. Lindos e queridos, me deixaram na casa Julinha (depois de catorze voltas pelas mesmas ruas). Ganhei abraço, beijo e cama quentinha. Delícia.
No sábado de manhã os pais da Julinha me deram as boas-vindas. São ótimos, os dois. Mesmo. Julinha e eu saímos para bater perna pelos bairros onde poderíamos morar. Começamos por Pinheiros e, não, não encontramos nenhum apartamento legal. Eu achei bacana porque, andando a pé, pude sentir a cidade.
Fomos até a Vila Madalena para interromper a busca por alguns chopes e comidinhas. Conversas gostosas e dia maravilhoso até percebermos que a bolsa da Julinha havia sumido. Viva, São Paulo!
Liga pro Itaú, liga pra Mastercard, liga pro seguro do carro, faz B.O. e o escambau. Perdemos um bom tempo entre todas essas tarefas, mas ganhamos a Besourota, que chegou um pouco depois do ocorrido. Conseguimos uma chave reserva do carro (sim, a original estava dentro da bolsa), mas tivemos que chamar o seguro para desativar o alarme (sim, o controle do alarme estava com a chave original, dentro da bolsa). Como Julinha estava sem sua carteira de motorista (sim, etc), eu dirigi até em casa. Eu.
Chegamos cansadas, estressadas, semi-mortas. Pouco tempo depois, um telefonema avisa que a bolsa foi encontrada não sei onde. José e Julinha correram até lá e voltaram felizes porque a carteira de identidade e alguns cartões estavam lá, bem como algumas coisas de valor sentimental. Pena foi o óculos bã-bã-bã e o iPod, mas isso se compra outra vez.
Nesse exato momento a minha gripe explodiu, eu caí na cama e não me lembro de mais nada. Beijo, São Paulo, obrigada por me mostrar um pouco de tudo o que você pode me oferecer em um só dia.
Tags:são paulo, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 10:19:21 am | #permalink
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Primeiro
Pronto. Primeiro post da minha nova cidade.
Cansada demais pra dizer qualquer coisa.
Feliz.
Tags:são paulo, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 02:10:17 am | #permalink
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Último
É bem provável que este seja o meu último post catarinense. Tá frio aí ou é só na minha barriga mesmo?
Tags:são paulo, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 06:07:18 pm | #permalink
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Despedida (2)
Acordei em Florianópolis e durmo e São Paulo. Eis que acaba minha vida à beiramar, em pleno feriado de sol. Vou tranqüila e satisfeita, ciente de que a passagem por aqui foi imprescindível.
Mando um beijo enorme para os poucos e excelentes amigos que fiz aqui, em especial para os impagáveis mariTromm e mariDan e, certamente, para a minha marida mais coisudinha do mundo, dona Anacris. Não posso esquecer daquele que já era amigo e que me divertiu com palavras cruzadas ontem, sêo Filipe.
Beijo pra Neovox inteira (Lourenço, Cris, Eduardo, Dani, Fraga, Ju, Rô e FV, especialmente) e pra todo mundo que fez parte da minha versão-manezinha-da-ilha. Se a gente nunca mais se esbarrar por esse mundão, deixo o recado: você são uns legais.
Malas prontas, passagem no bolso e coração cheio de vontade. São Paulo, tô indo.
Tags:são paulo, vida
Postado por Gica Trierweiler @ 10:26:09 am | #permalink
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Clicando por São Paulo
Na minha breve ida a São Paulo, muita coisa mudou. Além de ter participado do Proxxima (cuja cobertura completa você encontra no blog do maridão, www.polkadots.com.br), um bate-papo bacana regado a chopps da Brahma foi registrado pela minha camerinha. Mais uma vez, o futuro da comunicação, web, tendências, modelo de remuneração de agências, patati-patatá.
Sêo Bruno Slag Records e dona Gica Trierweiler.
Lais Kantor bonitona , da Talent, e seus novos cabelos.
Bruno, com cara de interrogação.
Mais cabelos de Lais e beicinhos de Diego, da Talent, e Julinha Perissinoto, da Babel.
Diego, eu e Bruno (os narizes dos meninos são parecidos porque eles compartilham alguns trechos dos seus códigos genéticos).
Lais e seu óculos sem igual, Julinha (a minha anfitriã mais bonita de todos os tempos) e eu.
O que seria da gente sem as deliciosas tatuagens vetoriais? Art(h)ur, um ilustrador bacana e eu.

